Os 10 terroristas mais perigosos do mundo

Postado por Rudney em 13 de outubro de 2013



A lista dos mais perigosos terroristas do mundo, apresenta algumas figuras mais temidas e procuradas internacionalmente. A seleção não tem a intenção de estabelecer uma lista definitiva e não centra-se em organizações, mas em homens que supostamente dirigem e, em alguns casos, realizam atos de terror, que visam causar baixas maciças entre a população civil.

Confira:

1. Ayman al Zawahiri

Embora os ataques de drones tenham desmembrado o “quartel-general da Al-Qaeda”, localizado entre o Afeganistão e o Paquistão, o líder do grupo segue ativo e tenta unir suas subsidiárias que reivindicam em nome da Al Qaeda.

Al Zawahiri é um médico egípcio de 62 anos, é uma figura inspiradora para os jihadistas assim como era Bin Laden. Ele é o atual líder da organização.

O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de 25 milhões de dólares por sua captura, especialmente depois da morte de Osama bin Laden em 2011, em que o país americano tem buscado aproveitar a instabilidade que se espalha pelo mundo árabe e sugerir a adoção de um sistema de ataques menos ambiciosos, além da retomada de reféns.

2. Nasir al Wuhayshi

Acredita-se que tenha 36 anos, apesar de sua carreira terrorista extensa. Ele foi o secretário particular de Bin Laden no Afeganistão e chegou a ser preso no Iêmen, onde ele escapou em 2006 com outros integrantes da al Qaeda.

Al Wuhayshi colaborou com a fundação da Al Qaeda no Iêmen e começou a empreender ataques contra os serviços de segurança do país e contra turistas estrangeiros, além de dirigir um ataque ambicioso contra a embaixada dos EUA. Se Zawahiri é o presidente da al Qaeda, aparentemente Wuhayshi é o diretor operacional e tem responsabilidades além Iêmen. Em 2012, dava conselhos sobre o funcionamento da filial da Al Qaeda no norte da África.

3. Ibrahim al Asiri

Não é muito famoso, mas causa grande preocupação para agências de inteligência ocidentais. Al Asiri, um saudita de 31 anos, é o principal fabricante de explosivos e braço direito da Al Qaeda na Península Arábica. Acredita-se que projetou a bomba que quase derrubou um avião sobre Detroit no Natal de 2009 e as bombas que foram enviadas em um avião de carga de Sanaa, no Iêmen, com destino para os EUA, mas que foram interceptados por um aviso da Arábia Saudita.

Al Asiri também equipou o seu irmão mais novo, Abduillah, com uma bomba escondida em seu reto, em um esforço para assassinar o chefe de contraterrorismo da Arábia Saudita, Mohammed bin Nayef. O irmão morreu no ataque, mas bin Nayef sobreviveu.

Acredita-se que Asiri está em algum lugar nas montanhas do sul do Iêmen. Agentes de inteligência sauditas e do Ocidente temem que ele tenha passado suas habilidades para aprendizes.

4. Ahmed Abdi Godane

Godane, também é conhecido como Mukhtar Abu Zubair, tornou-se líder do grupo al Shabaab da Somália no final de 2008. Tradicionalmente, o al Shabaab havia se dedicado a estabelecer um governo islâmico na Somália. Acredita-se que Godane esteja redirecionando o grupo a ataques terroristas, além da Somália, contra os Estados.

O ataque do centro comercial Westgate Mall em Nairobi, em 21 de setembro, foi o mais ousado da al Shabaab, embora não foi o primeiro nem o mais letal executado fora da Somália. Sob o comando de Godane, a al Shabaab está formalmente aliada a al Qaeda.

Supostamente Godane tem 36 anos e é originário da Somalilândia, no norte da Somália. Após o ataque no Westgate, agências de inteligência do Quênia e Ocidente redobraram os esforços para acabar com seu reinado de terror. O programa de recompensas da justiça do governo dos EUA o reconhece-o como Ahmed Abdi Aw Mohamed, e oferece até 7 milhões de dólares para obter informações sobre a sua localização.

5. Moktar Belmoktar

Belmoktar ano passado, anunciou a criação de uma unidade de elite chamada “al-Mua’qi’oon Biddam” (Aqueles que assinam com sangue), que segundo ele seria o escudo contra o “inimigo invasor”. Após o anúncio, seus seguidores lançaram um ataque contra usinas de gás no sul da Argélia. No episódio que durou três dias, cerca de 40 trabalhadores estrangeiros foram mortos.

Desde então, os combatentes de Belmoktar, nascido na Argélia, lançaram ataques contra uma academia militar e uma mina de urânio francesa em Níger, em maio, mesmo tendo perdido grande parte de sua liberdade de movimento, após a intervenção francesa no Mali em janeiro.

É chamado também de “Senhor Marlboro”, por ser um grande contrabandeador de cigarros e acredita-se que acumulou milhões de dólares através de resgates de cidadãos ocidentais sequestrados no Mali. Belmoktar nasceu em 1972 e cresceu na pobreza, no sul da Argélia. Ele viajou para o Afeganistão, em 1991, na adolescência, para combater com o governo comunista da época e depois de ter sido ferido em batalha retornou para a Argélia como um rígido combatente e com um novo apelido: Belaouar (caolho). Mais tarde, ele se juntou a forças do Grupo Islâmico Armado (GIA) em sua campanha brutal contra o regime argelino.

O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de 5 milhões de dólares por informações que levem à sua captura.

6. Abu Muhammad al Julani

Durante o desenvolvimento da guerra civil na Síria, o grupo de Abu Muhammad al Julani, o “al Nusra”, emergiu como uma das facções rebeldes mais reconhecidas. Foi criado em janeiro de 2012 e é um grupo jihadista que tem talvez 10 mil combatentes que se especializaram em atentados suicidas e ataques com dispositivos explosivos improvisados ​​contra as forças do regime.

Al Julani pessoalmente prometeu sua lealdade ao grupo Zawahiri, em abril, um mês depois de o governo dos EUA inclui-lo na lista de terroristas mundias de denominação especial.

Muito pouco se sabe sobre Julani, pois a al Nusra valoriza especialmente a segurança da organização, nem mesmo se conhece com certeza a seu rosto e sua nacionalidade, mas acredita-se que ele tenha experiência como rebelde no Iraque.

7. Abu Bakr al Baghdadi

Abu Bakr al-Baghdadi é o líder do grupo Islâmico no Iraque, al-Sham. Ele enfrentou Julani publicamente pela hierarquia regional, no início deste ano. No campo de batalha, na Síria, a cooperação entre os dois grupos parece continuar, especialmente em cidades como Deir Izzor, no leste da Síria.

Dentro do Iraque, al Baghdadi supervisionou um aumento dramático nos ataques terroristas contra o Estado e serviços de segurança, predominantemente xiitas. Se destaca pela organização de fugas de prisões, assaltos a bancos e devastadores atentados com bombas contra civis xiitas. Ele foi responsável por uma onda de carros-bomba em Bagdá e disse que se tratava de “uma nova página na série de golpes destrutivos” contra áreas xiitas no Iraque.

Al Baghdadi se beneficia da minoria sunita do Iraque, que cada vez mais teme o governo xiita do primeiro-ministro Nuri al-Maliki. O líder nasceu em Samarra e tem 40 anos de idade. Após a morte de Bin Laden, ameaçou iniciar represálias violentas. O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de até US $ 10 milhões por Al Baghdadi.

8. Sirajudin Haqqani

Vários grupos estão migrando do Oriente Médio para a região de fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão, em preparação para a saída de forças combatentes dos EUA no próximo ano. Entre as mais perigosas está a rede Haqqani, responsável por alguns dos ataques mais mortais ocorridos em Cabul nos últimos anos. Em um ataque suicida coordenado contra o Serena Hotel, em Cabul, em 2008, matou seis pessoas. Em outro ataque, em junho de 2011, matou 12 pessoas no Hotel InterContinental na mesma cidade.

Siraj Haqqani é filho do fundador do grupo e tem 40 anos de idade. Autoridades dos EUA dizem que, além de atentados suicidas de alto nível contra hotéis e outros alvos civis na capital afegã, ele é responsável de matar e ferir mais de mil soldados norte-americanos no Afeganistão.

A família pertence à tribo Zadran, que se estende da fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão e na província de Khost. O Haqqani tem uma estreita relação com a Al Qaeda e o talibã, mas acredita-se que também começou a recrutar jihadistas chechenos e turcos. O governo de Obama descobriu o grupo terrorista da rede Haqqani no ano passado, e acredita-se terem recursos abundantes devido a uma série de empresas, tanto legítimas e ilícitas que se estendem até o Golfo Pérsico.

O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de até 5 milhões de dólares para quem oferecer informações que levem à captura de Haqqani.

9. Abubakar Shekau

A inclusão de Shekau na lista é o reconhecimento da crescente onda de militantes islâmicos na África ocidental. Durante os últimos quatro anos dirigiu o Boko Haram, um grupo do norte da Nigéria salafista que começou a colaborar com outros grupos localizados em lugares distantes como Mali. No entanto, o seu principal objetivo continua a ser as igrejas cristãs e outros alvos, como a polícia e governo muçulmano moderado do norte da Nigéria.

Em 2010, Shekau alertou que o grupo iria atacar interesses ocidentais e no ano seguinte seu primeiro atentado suicida perpetrado contra escritórios da ONU em Abuja, capital da Nigéria, matou pelo menos 23 pessoas. O grupo também sequestrou e matou vários reféns ocidentais. Shekau deixou clara sua simpatia com os objetivos da Al Qaeda. Os Estados Unidos classificou-o como terrorista procurado em junho de 2012.

Há relatos conflitantes, alegando que Shekau foi morto em agosto em um ataque das forças especiais nigerianas. No entanto, semanas depois surgiu um vídeo mostrando que ele ainda está vivo. Além disso, não está claro como Shekau controla seus combatentes. O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de até 7 milhões de dólares para obter informações sobre a sua localização.

10. Doku Umarov

Doku Umarov lidera o Emirado do Cáucaso (CE), um grupo checheno dedicado a levar o domínio islâmico a grande parte do Sul da Rússia. O Departamento dos Estados Unidos catalogou Umarov com a designação especial de terrorista em 2010.

Os principais objetivos terroristas do grupo tem sido instituições russas e alvos civis. Em janeiro de 2011 realizou um ataque no aeroporto de Domodedovo em Moscou, que matou 36 pessoas, também cometeu atentados suicidas em algumas estações de metrô de Moscou em 2010, que matou 40 pessoas.

Umarov nasceu no sul da Chechênia, em 1964, de acordo com sites chechenos. Ele diz que sua família faz parte da intelligentsia. Enquanto crescia, começou a tomar conta da campanha separatista contra o domínio russo e juntou-se a insurgência, quando o então líder russo Boris Yeltsin, implantou tropas para a região em 1994.

O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de até 5 milhões de dólares por informações sobre sua localização.


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