O vídeo repercutiu em todo Brasil, nele você pode ver claramente quando um suposto disco voador ataca e derruba um caça que fazia exibições.
Postado em 16 maio 2012.
O vídeo repercutiu em todo Brasil, nele você pode ver claramente quando um suposto disco voador ataca e derruba um caça que fazia exibições.
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Postado em 09 maio 2012.
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Executado pela justiça e pela ciência
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Em 30 de outubro de 1938, John W. Deering que havia sido condenado à morte resolveu ajudar cientistas em um experimento. Ele concordou em deixar que médicos monitorassem seus batimentos cardíacos enquanto ele era executado a tiros. Depois da vítima ter sido atingido pelos tiros, o experimento registrou um espasmo (contração involuntária e convulsiva dos músculos) de 4 segundos, e um outro pouco tempo depois, então o ritmo cardíaco foi diminuindo até parar em 15,6 segundos após o criminoso ter sido baleado.
Segundo os médicos que realizaram o experimento, os resultados poderiam ajudá-los a entender as doenças do coração, pois mostrava claramente o efeito do medo sobre o ser humano.
O desejo sexual dos perus
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Após ficarem intrigados com uma questão os amigos Martin Schein e Edgar Hale, ambos da da Universidade da Pensilvânia, resolveram fazer testes para ver qual seria o mínimo de estímulo capaz de fazer um peru tentar copular. Eles pegaram um molde de uma perua e foram arrancado partes de seu corpo, e, mesmo sem pés e asas a ave ainda continuou sendo atraída. Insatisfeitos Schein e Hale resolveram colocar apenas a cabeça do molde em um palito, mesmo assim o peru manifestou um enorme interesse pelo objeto. O estudo conclui então que o peru sente mais atração pela cabeça do que pelo resto do corpo sem ela.
O assustador cão com duas cabeças
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Um cientista russo chamado Vladimir Demikhov chocou o mundo em 1954, após um experimento onde ele implantou uma parte dianteira de um cachorro em um pastor alemão, os jornalistas ficaram impressionados quando as duas cabeças começaram a beber leite ao mesmo tempo.
Durante 15 anos o cientista criou 20 cães de duas cabeças, sendo que o recorde de vida dos animais modificados foi de um mês, pois havia uma grande rejeição do tecido enxertado. A União Soviética se vangloriava da experiência como prova da superioridade de seus médicos. Demikhov foi o pioneiro nos estudos de transplantes de órgãos vitais, e, acreditava em dia realizar o primeiro transplante de pulmão e coração em humanos.
Transplantação de cabeça de macaco
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Após o feito de Demikhov e afim de demonstrar que seu país era o mais desenvolvido na área da medicina o governo dos Estados Unidos financiou Robert White que depois de uma série de cirurgias experimentais, conseguiu realizar em 14 de março de 1970, o primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo.
O cirurgião e seus assistentes removeram a cabeça de um macaco e a implantaram em um novo corpo, o macaco ao acordar no novo corpo, começou a seguir o doutor com os olhos demonstrando raiva, o experimento também não sobreviveu muito tempo, apenas um dia e meio e morreu por complicações da cirurgia.
Robert White porém não foi reconhecido como herói pelo povo americano que ficou assustado com seu feito, o que não impediu que White continuasse com os estudos, sugerindo a realização do experimento com cabeças humanas, o que nunca aconteceu.
Eletrificação de cadáveres humanos
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Luigi Galvani professor de anatomia, em 1780, descobriu que um pouco de eletricidade fazia com que os membros de um sapo morto se contorcessem. Foi então que seu neto Giovani Aldini, saiu em uma viagem pela Europa apresentando espetáculos assustadores, até que em 1803, ele aplicou os polos de uma bateria de 120 volts ao corpo de um assassino que havia sido executado. Ao encostar os fios elétricos na orelha e na boca do morto, seus músculos se estremeceram como se ele estivesse sentido dor e seu olho esquerdo se abriu. No final do show Aldini colocou os fios na orelha e no corpo do cadáver que se sacudiu todo como se estivesse voltando a vida.
O vômito em favor da ciência
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Com a finalidade de provar sua teoria de que a febre amarela não era contagiosa e sim era causada por uma série de fatores estimulantes, o Dr. Stubbins Ffirth, precisou expor ao máximo para demonstrar que não seria infectado. E para provar que estava certo Ffirth fez pequenos cortes em seu braço e derramou, o vômito com sangue dos enfermos sobre eles, pingou gotas do característico vômito da doença em seus próprios olhos, além de ter inalado o vapor gerado ao ferver um pouco da mesma substância e se não bastasse o cientista chegou a beber copos de vômito. Resultado: ele não contraiu a doença.
Depois de ter sobrevivido aos testes e ficado saudável, Ffirth conclui que sua teoria estava exata, o que não é verdade, pois hoje a medicina já sabe que a febre amarela é sim uma doença contagiosa, mas que para ser transmitida é preciso que seu vírus transmissor seja aplicado direto na corrente sanguínea, o que geralmente é feito por mosquitos.
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Postado em 03 maio 2012.
Misterioso ser parecido com um saci aparece correndo em meio a mata enquanto garotos filmavam. O estranho ser passa duas vezes muito rápido atrás dos garotos que levam um susto.
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Postado em 13 abril 2012.
Conheça a história macabra de Armin Meiwes, que apesar de sua difícil infância nada justificaria seu ato. O alemão canibal procurou sua vítima pela internet e foi condenado à prisão perpétua pelo seu terrível feito.
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O pai do alemão Armin Meiwes saiu de casa quando ele tinha 6 anos, levando consigo seus irmãos. Meiwes ficou só com a mãe, que lhe explorava. Na escola, era humilhado. Em casa, Meiwes dissecava bonecas e queimava, já fantasiando com canibalismo.
Já adulto, a mãe continua a ser presença perturbadora em sua vida. Após a morte dela, Armin Meiwes coloca suas fantasias em prática. Com o nick de “antropófago”, ele procura alguém, na internet, que aceite ser assassinado e comido. Manteve contato com cerca de 400 homens interessados em canibalismo. Após 2 anos, em 2001 um homem responde: “Espero que me ache saboroso”. Nesta época, segundo seus vizinhos, Meiwes era um homem tranquilo, que brincava com as crianças.
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Bernd Jürgen Armando Brandes era o nome do homem que se candidatou ao sacrifício, que ocorreria na casa de Armin Meiwes. Meiwes primeiramente cortou o pênis de Bernd e comeram o órgão juntos, frito com pimenta e alho. Brandes havia insistido para que Meiwes arrancasse seu pênis com dentadas, mas ele não conseguiu. Não gostaram do pênis, acharam a carne dura.
Depois da “entrada”, Meiwes deu remédios a Bernd para que dormisse. Então deu-lhe um beijo e algumas facadas no pescoço. Depois dependurou o corpo em um gancho de açougue, drenou o sangue do morto e o dissecou.
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Conseguiu congelar 20 quilos de carne, o que lhe permitiu fazer refeições regadas a vinho por alguns meses.
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Diria depois que a carne humana tem gosto “semelhante ao da carne de porco, um pouco mais amarga e mais forte. Tem um gosto muito bom”. E que, no dia do crime, Bernd queria ser esquartejado logo, o que lhe contrariou, pois Meiwes queria conhecê-lo melhor.
“O ato de comer os restos mortais deu sentido à morte, já que o corpo não foi jogado fora.”, disse o alemão em seu julgamento. “Eu salguei o filé de Bernd com sal, pimenta, alho e noz-moscada. Comi ele com croquetes, couve de Bruxelas e molho de pimentão verde”.
Procurando nova vítima, Meiwes volta à internet, mas alguém o denuncia à polícia. Na sua casa, os agentes acham restos da vítima e um vídeo do assassinato. As imagens eram tão fortes que os policiais precisaram de acompanhamento psicológico.
Armin Meiwes ficou conhecido como “O Açougueiro Mestre” ou como “O Canibal de Rotemburgo”. Tinha quase 40 anos na data do crime, e a vítima 42.
No seu julgamento, o canibal disse: “Se eu tivesse ido a um psiquiatra há alguns anos, provavelmente não teria feito o que fiz”. Meiwes foi acusado de homicídio por razões sexuais, já que canibalismo não era um item presente no Código Penal alemão (no brasileiro, existe o crime de “vilipêndio a cadáver”, artigo 212, ato sujeito a detenção de 1 a 3 anos).
Armin Meiwes, o canibal alemão, que era técnico em informática (a vítima era engenheiro de computação), foi condenado à prisão perpétua (primeiramente havia sido condenado a 8 anos de prisão, a promotoria recorreu e pode tentar a condicional após 15 anos de cadeia). O caso gerou uma grande polêmica jurídica na Alemanha, com muitas pessoas defendendo Meiwes das acusações mais graves, afinal, Bernd foi morto porque quis.
No segundo julgamento, Armin Meiwes disse ao juiz que sua fome de carne humana já estava saciada e que estava arrependido de seus atos. Não convenceu o júri.
O canibal falou ainda que sempre sonhou em ter um irmão mais novo, “alguém para fazer parte de mim” e que o canibalismo era um modo de satisfazer este desejo. Bernd, por sinal, lhe mentira ser mais novo que ele.
Em uma entrevista a televisão, Meiwes afirmou: “Quem não consegue entrar nesta história acha monstruoso o que fiz. Mas eu sou um ser humano normal.” Mas, contraditoriamente, afirmou: “Eu quero ir para a terapia, sei que preciso, e espero que isto aconteça em algum momento”.
“A primeira mordida foi com certeza única, indefinível, já que eu tinha sonhado com isto durante trinta anos, com esta conexão íntima que se faria perfeita através desta carne.”
Quando era criança, Armin Meiwes gostava que a mãe lesse para ele a história de Joãozinho e Maria. A parte em que João está para ser comido era interessante.
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Postado em 12 abril 2012.
Se você não acredita em zumbis, a notícia a seguir vai te fazer pensar mais sobre o assunto. Segundo o jornal Herald Sun, o próprio Vladimir Putin presidente da Rússia, afirmou que o país estaria testando uma arma psicotrônica capaz de controlar a mente das pessoas.
A arma futurista, que está sendo desenvolvida por cientistas, atinge o sistema nervoso central das vítimas e seria usada em confrontos contra países inimigos e também em discordantes políticos que enfrentam o governo atual.
Até agora o que se sabe é que a “controladora de mentes”, dispara uma radiação eletromagnética semelhante as de forno micro-ondas, provocando um grande incomodo em suas vítimas. Putin descreveu a arma como uma ferramenta nova que pode servir para atingir objetivos políticos e estratégicos.
Anatoly Serdyukov ministro da defesa revelou que, a arma já foi usada para dispersar multidões em testes e de acordo com relatos, a temperatura do corpo dessas pessoas subiu rapidamente. Alguns segredos de funcionamento dessa arma ainda não foram divulgados, mas oque se sabe é que ondas de baixa frequência podem afetar células do cérebro, alterar o estado psicológico e até mesmo transmitir sugestões e comandos para o pensamento de alguém, como se fosse telepatia.
Esse pode ser o começo de um apocalipse zumbi, mas talvez eles não serão os famosos comedores de cérebros, mostrados em filmes.
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Postado em 29 março 2012.
Um simpático senhor vietnamita de 55 anos, inconformado com a morte da esposa, não conseguiu suportar o golpe e resolveu um dia ir dormir em cima do túmulo da mulher morta. Depois de 20 meses cansado de ficar no frio e tomar chuva, ele teve a estranha idéia de cavar um túnel para ficar mais próximo de seu grande amor.
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Le Van que mora na cidade de Quang Nam, acabou sendo descorberto por seus filhos que o proibiram de dormir junto ao corpo da esposa. Van então resolveu tomar uma decisão drástica, ele levou para dentro de casa os restos mortais da esposa.
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Depois da divulgação pela mídia, o caso recebeu muita atenção e em 2009, autoridades obrigaram o viúvo a enterrar de volta o cadáver, mas Le Van se recusou a acatar as ordens, já que no País não há nenhuma lei que impeça a prática de manter restos mortais em casa.
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A mulher de Le van, tinha 57 anos, e morreu em 2003. O corpo da esposa foi envolvido por um sarcófago de gesso em forma de mulher e vestido com roupas femininas. A decisão foi tomada em novembro de 2004 e os filhos acabaram concordando com ela.
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Alguns dos vizinhos ficaram assombrados com a presença do esquife na casa de Le Van e têm evitado visitá-lo.
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Le Van afirma: “Sou uma pessoa que faz as coisas de forma diferente. Eu não sou como as pessoas normais!”.
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